quarta-feira, 7 de março de 2012

Mostra 'Simplesmente Doisneau' no CCJF


A mostra comemora o centenário do fotógrafo francês Robert Doisneau (1912 - 1994) (foto), composta de 152 fotografias e do documentário Robert Doisneau: Tout Simplemente, de Patrick Jeudy.
O artista já recebeu prêmios como o Grand Prix National de la Photographie. Le Baiser de I'Hotel, sua fotografia mais irônica, está em cartaz na exposição.

De 8 de março à 17 de junho de 2012

Centro Cultural Justiça Federal
Avenida Rio Branco, 241
Rio de Janeiro - RJ

terça-feira, 6 de março de 2012

Portinari no Memorial da América Latina


O Memorial da América Latina recebe a exposição itinerante Guerra e Paz, de Cândido Portinari (1903-1962).

Estão expostos os dois últimos e maiores murais do artista, junto aos 100 estudos originais que antecederam as obras. O público pode conferir também fotos, cartas e documentos históricos que contam a trajetória de criação dos murais, que em 1956 foram encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova Iorque (EUA).
Os murais contam com 2,2 metros de altura e quase cinco de largura.
Cândio Portinari, nascido no interior de São Paulo, foi um dos maiores artistas plásticos do País, contabilizando quase cinco mil obras produzidas.


De 09 de fevereiro à 21 de abril de 2012

Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 644
São Paulo - SP

segunda-feira, 5 de março de 2012

Renascimento do Japão: Um Ano Após a Tragédia

Mostra 'Renascimento do Japão'

Em parceria com o Consulado do Japão, o Palácio dos Bandeirantes apresenta a exposição fotográfica Renascimento do Japão: Um Ano Após a Tragédia.
51 imagens, que pertencem ao consulado, mostram retratos da tragédia vivida pelos japoneses quando um tsunami e um terremoto atingiram o país, em 2011.
Muitos das fotos também mostram os rápidos esforços de reconstrução do gigante asiático, e a superação de seus moradores.

 
De 02 à 18 de março de 2012
 
Acervo Artístico do Palácio dos Bandeirantes
Av. Morumbi 4.500
São Paulo - SP
 

Tarsila do Amaral – Percurso Afetivo

Antropofagia (Tarsila do Amaral, 1929)

A mostra é inspirada no diário de viagens de Tarsila do Amaral (1886-1973) com o marido, Oswald de Andrade, e reúne objetos pessoais e 82 obras, entre pinturas, desenhos e gravuras.
Primeira exposição individual nos últimos 40 anos no Rio de Janeiro de uma das mais importantes e emblemáticas artistas brasileiras. A última individual dedicada a Tarsila na cidade aconteceu em 1969. Tarsila do Amaral tem seu nome registrado na história da arte brasileira como uma vanguardista com presença marcante no Modernismo Brasileiro. No conjunto em exposição — que não foi submetido à divisão usual da obra da artista, entre os períodos “Pau-Brasil”, “Antropofágico” e “Social” —, há destaques como “Antropofagia”, que o curador acredita ter mais impacto histórico do que o “Abaporu”, que não faz parte da mostra, “Figura só”, “O lago” e “Cartão-postal”.

Curadoria: Antonio Carlos Abdalla e Tarsilinha do Amaral

De 14 de fevereiro a 29 de abril de 2012

Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB
Rua Primeiro de Março, 66
Rio de Janeiro - RJ

Exposição Modigliani: Imagens de Uma Vida



Em parceria com o MODIGLIANI INSTITUT ARCHIVES LÉGALÉS PARIS-ROMA, esta mostra traz pela primeira vez ao Brasil uma coleção de 12 pinturas e 5 esculturas originais, além de obras e documentos, fotos, desenhos, diários e manuscritos de Modigliani e de importantes artistas da sua época, num total de 230 peças.


Jeane Femme (Amedeo Modigliani)

O percurso expositivo da mostra “Modigliani: Imagens de uma vida” leva a uma imersão na intimidade do artista. O roteiro se inicia com os estudos de Modigliani na Itália, passando por seus professores e o aprendizado, em que todas as fases são ilustradas. O apogeu da carreira chega à Paris modernista, sublinhando as manifestações artísticas, influências, confrontos criativos com amigos, como Picasso, André Derain, Max Jacob, Léonard Foujita entre outros expoentes que, juntos, revolucionaram a História da Arte.
Com uma vida intensa, marcada por grandes amores, guerra e infortúnios, como graves doenças, Amadeo Modigliani(nascido em 12 de julho de 1884, na cidade italiana de Livorno e falecido em 25 de janeiro de 1920, em Paris) reflete em sua arte vários estilos artísticos e desnuda o homem de maneira reveladora. O artista tem a vida interrompida precocemente por enfermidades, porém sua contribuição para a História da Arte perdura de forma imortal.
Após o Rio de Janeiro a exposição seguirá para o Museu de Arte de São Paulo (MASP).

De 01 de fevereiro a 15 de abril de 2012


Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 - Cinelândia
Rio de Janeiro - RJ

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Kodak abandona produção de câmeras

Primeiro modelo lançado pela Kodak, a "Brownie"

A centenária marca Eastman Kodak anunciou que vai suspender antes de 30 de junho a fabricação de câmeras de foto e vídeos digitais e porta retratos digitais para concentrar-se na venda de patentes e impressoras.

Há mais de 100 anos, a Kodak popularizou as câmeras com o lançamento da "Brownie", que custava US$ 1

"Há algum tempo, a estratégia da Kodak consiste em otimizar suas margens no setor de aparelhos centrando sua participação em termos de produtos, presença geográfica e distribuição. O anúncio é a continuação lógica deste processo", afirmou o diretor de marketing do grupo, Pradeep Jotwani, em um comunicado.
A Kodak, inventora da câmera de mão terá um encargo de aproximadamente US$ 30 milhões como resultado dessa decisão, que espera gerar uma economia operacional superior a US$ 100 milhões por ano. Em 19 de kaneiro, a empresa anunciou ter sido colocada soba proteção da lei americana de concordatas, assim como suas filiais nos Estados Unidos.

Fonte: Metro.com Agências

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Brassaï em Brasília


Do dia 2 de setembro ao dia 2 de outubro, estará em cartaz no Museu da República a exposição BRASSAÏ. A mostra é uma realização da Aliança Francesa de Brasília e reúne 98 fotografias em preto e branco, realizadas pelo fotógrafo no período entre-guerras. São 89 imagens, em tamanho 60,5 x 50 cm, e outras nove de 73 x 60 cm, que revelam o olhar curioso do fotógrafo para com a Paris noturna e contraventora da década de 1930. Através do recorte de Brassaï, o espectador do século XXI pode caminhar pelos ambientes sombrios revelados pelo fotógrafo como se lançasse sobre eles um halo de luz.
“O fotógrafo da noite”. Para muitos assim ficou conhecido francês, de origem húngara, Gyula Halász, um dos mais célebres fotógrafos do século XX. Suas imagens de paisagens noturnas de Paris, com suas ruas movimentadas e calçadas cheias de luz e sombra, correram o mundo e deram-lhe fama internacional.

Através dos registros feitos por Brassaï é possível caminhar por Montparnasse, Les Halles, pelo canal de L’Ourcq, canal Saint-Martin, Place d’Italie, Belleville, penetrar nos cafés e conhecer de perto figuras pitorescas da noite parisiense. Observar a solidão de prostitutas que esperam por clientes nas ruas. Conhecer ângulos inusitados da bela cidade, descobrindo o traçado artístico presente até em tampas de bueiros. Brassaï transcende o real com tons surrealistas. Revela aos observadores uma Paris até então desconhecida, desprezada. Dá visibilidade a senhoritas de vida fácil, jovens delinquentes, trabalhadores noturnos. Privilegia lugares até o momento ignorados pela sociedade, como a casa da Madame Suzy, com seus ritos, grandes figuras e o perfume de proibição, bares frequentados por transexuais, cafés que recebem intelectuais e artistas.

De 2 de setembro a 2 de outubro de 2011

Museu Nacional da República
Brasília - DF

domingo, 7 de agosto de 2011

Queremos MILES - Miles Davis, lenda do jazz

Queremos MILES - Exposição no CCBB (Foto: Helder Valle)

Concebida pela Cité de la Musique de Paris, com curadoria de Vincent Bessières, a mostra reúne documentos e objetos, muitos deles nunca expostos ao público, para contar a trajetória de um dos maiores jazzistas americanos e um dos mais influentes músicos do século 20, Miles Davis (1926-1991).
Miles Davis (Fonte: Internet)

A exposição é composta por cerca de 300 itens, dentre gravações, obras de arte (como pinturas de Jean Michel Basquiat e Mati Klarwein, fotografias de Annie Leibovitz e Irving Penn), vídeos, documentários, roupas, instrumentos musicais e partituras cedidas pela família de Miles, colecionadores particulares e parceiros.

Miles Davis em frente à Prestige Records (Fonte: Internet)

Entre os destaques, estão imagens do músico ao lado de outros ícones da música, instrumentos de Davis como trompetes de diversas cores, além de pinturas de sua autoria.

O roteiro reconstitui a trajetória do artista em música e imagens. A cenografia é especialmente elaborada com tecnologia acústica, para permitir a fruição das gravações de referência do artista, com alto padrão de áudio.

De 02 de agosto a 28 de setembro de 2011

Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB
Rua Primeiro de Março, 66
Rio de Janeiro - RJ

DI CAVALCANTI do desenhista ao pintor

Exposição: DI CAVALCANTI do desenhista ao pintor


A exposição “Di Cavalcanti – do Desenhista ao Pintor” apresenta uma faceta do artista que poucos conhecem. Ele desenhou croquis de jóias, a pedido do amigo e joalheiro, Lucien Finkelstein e, juntos, criaram uma coleção de broches, pingentes e anéis. A mostra reúne 11 peças exclusivas, com seus croquis originais, 108 desenhos (tinta, lápis e aguada) e seis pinturas a óleo: Mulher do chapéu amarelo (1964), Retrato de Ivette (1968/9), Mulata com casario (1963), Mulheres facetadas (1968), Pássaros (1960),  e Carnaval (sem data).

Mulher do Chapéu Amarelo (Di Cavalcanti, 1964)

Retrato de Ivette (Di Cavancanti, 1968/9)

Mulata com Casario (Di Cavalcanti, 1963)

Mulheres Facetadas (Di Cavalcanti, 1968)
 
Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976), renomado pintor, desenhista e caricaturista brasileiro, teve uma trajetória que o colocou entre os mais conhecidos artistas da história brasileira, com passagens marcantes como a Semana de Arte Moderna e os retratos que fez de Marina Montini, sua musa na década de 1970. A curadoria da exposição é de Romaric Büel e Jacqueline Finklestein.
 
 
De 27 de julho à 18 de setembro de 2011
 
Centro Cultural dos Correios
R. Visconde de Itaboraí, 20
Rio de Janeiro - RJ

sábado, 6 de agosto de 2011

Mestres da Gravura

Exposição: Mestres da Gravura - Coleção Fundação BIBLIOTECA NACIONAL

Adão e Eva (ALBRECHT DÜRER, 1504)

Sob curadoria de Fernanda Terra, a exposição Mestres da Gravura faz uma homenagem aos 200 anos da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), reúne 171 obras representativas da história da gravura européia. Esse conjunto, cuja origem remonta à Real Biblioteca, trazida por ocasião da transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro em 1808. Trata-se de rara oportunidade de apreciar parte significativa desse valioso patrimônio histórico brasileiro.
                   
 A Leitora (REMBRANDT HERMENSZONN, 1634)
   
Encontram-se na mostra tanto xilogravuras quanto exemplares de diversas técnicas de gravação em metal surgidas do Renascimento (século XV) ao Iluminismo (século XVIII). São criações de 81 gravadores que traduzem, com sensibilidade e destreza de gestos, não só a construção do pensamento religioso e filosófico, como também idéias, ações, descobertas e costumes promovidos pela cultura européia durante esses quatro séculos.
Entre as gravuras originais, destacam-se autores como Piranese, Dürer, Rembrandt, Callot, Goya e Hogarth, cujas linguagens poéticas se caracterizam pelo seu ineditismo, sua inventividade e sua força expressiva. Por sua vez, as gravuras de reprodução ou interpretação, realizadas por grandes gravadores com amplo domínio técnico, apresentam obras-primas da pintura, da escultura e do desenho, tendo constituído, durante muito tempo, uma das mais importantes formas de difusão da arte e de divulgação dos artistas.

De 28 de Julho a 18 de setembro de 2011


Centro Cultural dos Correios

R. Visconde de Itaboraí, 20
Rio de Janeiro - RJ